Antihydral

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ANTIHYDRAL

Muitos alpinistas de sucesso utilizam o Antihydral como um poderoso aliado nas escaladas, afinal, imagine só o quão ruim é suar nas pontas dos dedos para quem tem que subir uma montanha e se agarrar muitas vezes a pequenas fendas e protuberâncias da rocha! A maioria deles nem sequer tem hiperidrose, mas quanto mais eles conseguirem ter as mãos secas e grossas, melhor! E o Antihydral é o preferido para essa finalidade, chega a ser um segredo do sucesso, divulgado com entusiasmo por alguns alpinistas blogueiros da gringa.

Pois bem. Não sei ao certo se a pomada nasceu para os alpinistas e depois descobriu-se seus efeitos positivos no combate à hiperidrose ou se ela desde o princípio foi elaborada para tratar hiperidrose e os alpinistas é que perceberam que ela seriam boa para eles também e nessa divulgação ela acabou se tornando conhecida por aqui também.

O fato é que essa pomada é realmente potente, eu diria até um pouco “agressiva”, mas pode ser a solução para quem transpira muito nas mãos ou pés (principalmente mãos) e que já usou o Driclor sem obter grandes efeitos, principalmente quando o assunto são mãos e pés. Nestes casos o mais eficaz é o Antihydral.

Como o Antihydral age?

Ele, digamos, mata as células superficiais da pele. E é isso que os alpinistas tanto gostam, pois os efeitos disso são a pele ficar mais grossa e seca, enfim, morta. Com isso a redução do suor e umidade é altíssima!

No entanto com o tempo a pele volta a se recuperar, as células se reproduzem e daí você tem que recomeçar o ciclo da aplicações, pois o suor também reaparece.

Como o Antihydral é aplicado?

Se você já usa o Driclor ou se já leu um pouco sobre ele, a forma de uso é praticamente a mesma… Aplicar uma camada à noite, antes de dormir, com a pele limpa e seca. Retirar com água e sabão no dia seguinte ao acordar.

Pode ser preciso aplicar algumas noites seguidas até os efeitos aparecerem, e depois deve-se parar de aplicar por um tempo, voltando a aplicar apenas quando sentir que o suor está voltando.

Uma outra forma de uso bastante divulgada é aplicar o2 a 03 vezes ao dia até os efeitos aparecerem e depois começar os intervalos. Acredito que aplicar à noite antes de dormir seja melhor, mas isso varia de pessoa para pessoa. Não existe uma regra nem uma fórmula pronta, observe como será melhor no seu caso!

E quais são os efeitos colaterais?

Como todo produto de uso tópico, cada pessoa se adapta de um jeito diferente. Os efeitos podem ou não ocorrer em maior ou menor intensidade, mas em geral as reclamações mais comuns são as seguintes:

– A pele fica bastante ressecada e mais grossa;

– Após o banho ou após lavar as mãos, mesmo que o contato com a água dure apenas alguns segundos, as mãos ficam enrugadas como se estivesse ficado por muito tempo numa piscina, por exemplo, demorando um pouco até normalizar;

– Amarelamento das mãos (menos comum).

Dicas:

– Evite aplicar nas juntas dos dedos, pois a pele racha com mais facilidade nessa região;

– Aplique uma camada fina e aguarde os resultados com o passar dos dias, nunca exagere na aplicação;

– Prepare um bom creme hidratante para as mãos, para combater o ressecamento e evitar as descamação da pele.

 

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